Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;
Formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;
Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;
Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;
Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição.
Professores e pesquisadores que desenvolvem pesquisas sobre temas e contextos contemporâneos;
Grupos de estudo sobre temáticas atuais;
Laboratórios de pesquisa;
Biblioteca especializada;
Projetos de pesquisa que incorporam estudantes de graduação e pós-graduação;
Projetos de extensão universitária;
Departamentos ligados a centros de pesquisa e museus;
Eventos científicos e de integração acadêmica;
Trabalho de campo;
Estágios obrigatórios e não obrigatórios;
Mobilidade acadêmica (intercâmbios com instituições no Brasil e exterior).
O aluno de Ciências Sociais possui um perfil engajado em movimentos sociais, políticos e cultuais.
O curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná é um dos mais antigos do Brasil e, seguramente, o mais antigo do estado do Paraná. Em 1938, um grupo de docentes e intelectuais propôs a criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL), buscando com isso acelerar o processo de reintegração da antiga “Universidade do Paraná”, fundada em 1912 e mantida como tal
até 1916, quando foi desmembrada em favor das faculdades que a originaram, no caso, as faculdades de Medicina, Engenharia e Direito. A iniciativa de criação da FFCL é de Omar Gonçalves da Mota, Carlos de Paula Soares e Homero de Melo Braga (professores de Medicina e Direito), tendo o apoio das Faculdades de Direito, Engenharia e Medicina.
Em sua origem até 1946, a FFCL foi mantida pela União Brasileira de Educação e Ensino (UBEE), órgão gerenciado pelos Irmãos Maristas, e por intelectuais católicos ligados ao Círculo de Estudos Bandeirantes. De 1946 até 1950, passou a integrar a restaurada Universidade do Paraná, federalizada em dezembro de 1950. Entre 1938 e 1950, o curso de Ciências Sociais e Políticas, como era denominado, não obteve grande número de inscritos e, consequentemente, de formandos, chegando mesmo a ser desativado em 1947 e 1949. Assim, somente a partir da década de 1950 é que a procura pelo curso se estabilizou, contribuindo para isso, certamente, a gratuidade que se estabelece com a federalização.
Quanto à estrutura do curso, e a despeito de sua nomenclatura ser de Ciências Sociais, não havia propriamente institucionalização e/ou autonomia das três principais áreas de conhecimento, isto é, da Sociologia, da Antropologia e da Ciência Política e grande parte de seu quadro docente ministrava aulas para outros cursos. Contudo, uma área se destacava, particularmente em razão do protagonismo de intelectuais tais como Loureiro Fernandes, o que permitiu o estabelecimento de um perfil mais acadêmico à Antropologia e à Etnologia.
Até meados da década de 1990 o curso se caracterizou por uma matriz curricular que não se orientou pela consolidação e profissionalização das áreas de concentração tais como sociologia, antropologia e ciência política. De fato, a divisão mais aproximada disto e refletida de forma equilibrada na estrutura curricular só acontece em 1994 (Resolução 17/94 – CEP), sendo mantida em linhas gerais nas reformas curriculares de 2002, 2011 e 2020.
Recebeu o Prêmio Florestan Fernandes (melhor TCC do ano 2023)!
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*Dados fornecidos pela Coordenação do Curso e pela Pró-reitoria de Graduação (Prograd), sujeitos a alteração sem aviso prévio. Para fins legais, e para qualquer divergência de informação, vale o que está disposto nos editais oficiais publicados pelo Núcleo de Concursos.
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